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Importância de algumas verduras e legumes para nossa saúde e seus benefícios para a prevenção às doenças.

Importância de algumas verduras e legumes para nossa saúde e seus benefícios para a prevenção às doenças.

10/10/2017

Outubro em homenagem ao mês da prevenção ao câncer de mama, nós separamos em nosso site a importância de algumas verduras e legumes para nossa saúde e seus benefícios para a prevenção às doenças. 

 

Beterraba

 

 

A beterraba é rica em polifenóis, e um deles é responsável por sua principal característica: “o que dá seu pigmento roxo-avermelhado é a betacianina, que tem ação antioxidante, traz diversos benefícios, como ação preventiva de prevalência de câncer de intestino”, descreve a médica nutróloga Marcella Garcez, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran — PR). Isso devido à regulação desse órgão (por obra das fibras), o que colabora para o sistema imunológico.

 

A melhor forma de consumir

 

Para não perder suas propriedades, o ideal é consumi-la crua, ou mesmo preparada em suco. Quando cozinhamos por tempo demais, podemos oxidar os polifenóis, e fazer com que percam suas propriedades. Mas se quiser variar o preparo, ela pode ser feita no vapor, que impede que a vitamina C fuja para a água, inclusive, já que ela é hidrossolúvel. Mas ela não deve ser ingerida todos os dias, até para evitar a monotonia alimentar. O indicado pelos especialistas é comê-la duas vezes por semana, em uma quantidade de duas colheres de chá, por exemplo. É uma boa pedida para o cardápio das crianças: “a cor, estimulante visualmente, as encanta e agrada”, acredita o médico nutrólogo Mohamed Barakat (SP).

 

Fonte: Revista VivaSaúde/ Edição 117

 

 

Cenoura

 

 

Ela já faz parte da dieta do brasileiro em inúmeras preparações sozinha e acompanhada de outros legumes, verduras, carnes, aves e peixes. Além das receitas doces e dos sucos.

Conhecida principalmente como fonte de vitamina A, é rica em carotenoides, que ajudam a melhorar a visão. Mas a cenoura é também uma aliada de peso no combate ao câncer. Um estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard (EUA) apontou que o consumo de pelo menos duas porções diárias de vegetais ricos em carotenóides (a cenoura é a que tem a maior concentração da substância) reduz em até 17% os riscos de incidência de câncer de mama. A raiz tem ação protetora ao organismo das mulheres principalmente na fase da pré-menopausa.

O A. C. Camargo Cancer Center coloca a cenoura na lista dos alimentos fontes de vitamina A (a abóbora e o mamão são outros exemplos) que devem ser consumidos por ter propriedades de redução da chance do aparecimento de tumores no pulmão.

Reforçando ainda mais seu poder contra tumores, um estudo da Associação Americana de Pesquisa sobre o Câncer, de 2012, confirmou que o betacaroteno e o alfacaroteno, presentes no alimento, são capazes de inibir a multiplicação de células defeituosas e, como também são antioxidantes, impedem que as células sejam atingidas por radicais livres.

 

Modo de usar

Duas a três cenouras médias devem fazer parte das refeições ao longo da semana. O consumo deve incluir a casca, considerada a parte mais nutritiva do alimento. “Para não ter perda de nutrientes, o ideal é que ela seja consumida crua”, afirma Ana Carolina Cantelli, do A. C.Camargo. Para isso, lave bem o legume em água corrente e escove a casca para eliminar resíduos de terra.

 

Fonte: Texto: Karina Fusco

 

 

Couve-flor e o Brócolis

 

 

Entre as mulheres, a couve-flor e o brócolis previnem o câncer de mama e suas recidivas. Isso porque contém fitoestrógenos, hormônios vegetais que combatem a ação dos hormônios femininos naturais (estrógenos) relacionados ao processo de desenvolvimento de tumores. A alta concentração de minerais (uma porção de 200g contém 100 mg de cálcio, em média), faz desses vegetais opção indispensável para quem deseja combater a osteoporose.

Outro mineral, o manganês, é também antioxidante, combate inflamações e auxilia no controle das ondas de calor, típicas da menopausa. Se a necessidade é potencializar as defesas imunológicas, a opção é o repolho, especialmente na forma do chucrute, iguaria alemã que utiliza a fermentação natural da hortaliça. O processo produz ácido lático que é regulador, antifermentativo, depurativo, desinfetante do intestino e da flora intestinal.

Na maioria das vezes, as couves são bem toleradas por todos, mas por serem de difícil digestão, podem potencializar flatulências, fermentação intestinal e dispepsia (má digestão), bem como intensificar sintomas de algumas doenças como a síndrome do cólon irritável, ou patologias relacionadas à inflamação da vesícula biliar. Nesses casos, a indicação é limitar o consumo a uma vez por semana.

 
Fonte: Revista VivaSaúde - Edição 93

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